Memórias do Metrô - Maria Marino
Me dirigir a alguém e a um lugar me é fácil. Mas que esse alguém e esse lugar me trás? Que poderia ter despertado em mim essa vontade quase louca de me impulsionar em uma direção apenas e olhar em direção a ela? As estações tem sido diferentes entre si, mas por que vejo repetidamente o mesmo erro? Uma lição aprendida a duras penas? Aprendi de fato? O que me trás hoje não é isso, não são perguntas.
Ou são?
Por que continuar? Se deram as mãos e era quase certo como um relâmpago depois do raio que iriam puxar de vez a linha vermelha para perto um do outro. Que fora outrora que agora não o é? Ao observar essa máquina indo e voltando percebo que existe um esgotamento, uma monotonia. A morte da motivação. Esta qual vocês dois procuram, mais uma das questões lindas que vos unem. - Como um homem criado por uma mulher que meu nome por certo inspirado "Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa igreja". - Então por certo, invés de procurar as coisas ruins, procura a beleza dentre o caos - O que tem ocorrido de errado? Não, o que não tem acontecido de bom. - Já percebeste que o número que comemoram é o número uno? Somados são Alpha e Omega? Se as memórias não lhe segurarem, não sei mais o que possa. Deixo aqui meu completo e mais amoroso presente, que consumido, jamais reescrito.
saudades desses trechos de metro
ResponderExcluirMais um trecho foi postado, da uma conferida!
Excluir