Solidão II

"Ele tinha muitos ao seu lado, mas ainda sim era só, o vazio que se sente quando chega a esse ponto só pode ser superado quando enfim nos damos conta de quem somos e nos permitimos encher de nós mesmos" 
Uma amiga minha fez esse comentário aqui no blog (primeiro comentário, uhuu!) no texto "Solidão" para eu analisar. 
Eu posso dar um exemplo de muitos ao meu lado, mas estar só é estar na Paulista em 18° C. Como eu já disse uma vez, essa é a representação térmica do que é estar naquela avenida. Mas esse tal vazio pode ser que jamais tenha existido, apenas na sua cabeça. Porque a cabeça não é cheia de vazios, mas é cheia de criar coisas que não existem. Você não tem vazio, só a ausência da sua presença. Independente da sua crença, acha mesmo que iriamos ter "vazios"?
Mas a segunda parte dessa frase pode me definir muito e em diversas formas. Nos darmos conta de quem nós somos é uma das dadivas mais incríveis que se pode imaginar. Pois pessoas podem passar a vida toda sem nem mesmo se questionar "quem sou eu?". Não que essas pessoas seriam menores dos que fazem tal pergunta, mas acredito que uma vida com sentido é saber quem você é e com o seu sentido. 
Finalmente nos enchermos de nós mesmos. Que lindo isso devo dizer. Aprender o que você gosta ou não. Seus tipos de música, seus sabores favoritos, seus lugares favoritos e etc. Não saber quem você é é um tipo de solidão. Ter muitas pessoas ao seu lado não quer dizer companhia. Não ter você ao seu lado é ter um vazio e ser sozinho. 

Bom dia boa tarde e boa noite meus caros leitores. Eu queria agradecer a todos pelas visitas constantes que fazem aqui no meu blog, me ajuda saber que vocês se interessam ainda por algo escrito (Que para mim é o que realmente conta). Mais uma vez, muito obrigado e até mais.

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