Poesia - Tebaida - Sf. Retiro, Solidão
Chuva. Diamantes. Memórias.
Dois irmãos abandonados e duas lápides
Abandono logo seguido do fim. O ritual do esquecimento.
A alvorada já vem, de volta onde devia nos pertencer o coração.
Dessa vez perdido no cemitério. Espere ele voltar.
Dedos tateiam o ar.
Para afundar.
Nunca
Nunca
NUNCA.
Escuridão. Mais choro. Apagar.
Laços.
Estou aqui vamos voltar?
Meu coração em vários maços.
Lá está ela.
Como se jamais tivesse saído.
Como sem moedas para atravessar aqueronte?
Família. Jamais me ir.
Por que? Não! Não! Não!
Vão matá-lo!
Me leve novamente barqueiro,
para perto do verdadeiro!
Que a escuridão passe a mim como na última vez
Luz. Voltei. Uma dor.
Eros me levou, mas tânato os tirou.
Bom dia, boa tarde e boa noite querido leitor. Perdoe pela ausência de ontem, explicarei em uma postagem a frente (gerou outro texto, que louco) . Eu agradeço pela compreensão. - Essa poesia veio quando eu pensei na peça que apresentei. ( O nome dela é o nome da poesia). Ela descrevia o primeiro ato como ele foi concebido, mas não em seu estado final. Assistiu? Não? Em breve poderá assistir. Muito obrigado e até mais ver.
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